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Cáceres,24/02/2026

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“Ainda Estou Aqui” faz história e conquista o primeiro Oscar do Brasil


“Ainda Estou Aqui” faz história e conquista o primeiro Oscar do Brasil


Com uma trama poderosa sobre a ditadura militar, o filme dirigido por Walter Salles se torna o primeiro longa brasileiro a vencer na categoria de Melhor Filme Internacional, emocionando o público mundial





VídeoCorte/Adaptação – Celso Antunes




O cinema brasileiro alcançou um marco histórico na 97ª edição do Oscar, realizada em 2 de março de 2025, com a vitória de “Ainda Estou Aqui” na categoria de Melhor Filme Internacional. Dirigido por Walter Salles, o filme é baseado na história real de Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, que busca respostas sobre o desaparecimento de seu marido durante a ditadura militar brasileira nos anos 1970.





Esta conquista é inédita para o Brasil, sendo a primeira estatueta na categoria desde a edição inaugural da premiação, em 1929. A trama, adaptada do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, mergulha na luta de Eunice e seus filhos para superar o medo e a incerteza daquele período sombrio da história brasileira.





Além do prêmio principal, “Ainda Estou Aqui” recebeu indicações para Melhor Atriz, para Fernanda Torres, e Melhor Filme, um feito inédito para o cinema brasileiro. A atriz espanhola Penélope Cruz entregou o prêmio a Walter Salles, que dedicou a vitória a Eunice Paiva e destacou a importância da atuação de Fernanda Torres, ressaltando a contribuição de sua mãe, Fernanda Montenegro, para o cinema nacional.





A cerimônia ocorreu no Dolby Theatre, em Los Angeles, e a vitória foi comemorada com entusiasmo pelos brasileiros, coincidindo com as festividades do Carnaval no país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou a equipe do filme, enfatizando seu significado na luta contra a repressão e na defesa da democracia.





“Ainda Estou Aqui” também recebeu reconhecimento internacional, conquistando o prêmio de Melhor Roteiro na Mostra de Veneza e o prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro para Fernanda Torres. A produção foi considerada a melhor desde “Cidade de Deus” (2002), sendo aclamada pela crítica e pelo público.







REPRODUÇÃO/ADAPTAÇÃO – CELSO ANTUNES




A vitória de “Ainda Estou Aqui” não apenas eleva o cinema brasileiro no cenário internacional, mas também reforça a importância de contar histórias que abordam temas de resistência e luta pela democracia. O filme serve como um lembrete do valor da memória e da verdade, incentivando reflexões sobre o passado para a construção de um futuro mais justo.





Jornal O Comunitário – Da Redação/Conteúdos theguardian/gshow/reuters/exame/elpais/agenciagov/cnn/as





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